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Direito Criminal

com Daniel Colnago Rodrigues
Se você busca uma especialização que vá além do básico e o prepare para os desafios reais do Direito Criminal, nossa Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Criminal foi criada para você.
Duração do curso

12 meses

Modalidade

100% on-line

Período de inscrição

Inscrições abertas

Reconhecido pelo MEC

Sobre o curso

Reconhecido pelo MEC

Se você busca uma especialização que vá além do básico e o prepare para os desafios reais do Direito Criminal, nossa Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Criminal foi criada para você. Este curso oferece uma formação completa e prática, desenhada para transformar sua atuação profissional e fortalecer sua expertise em uma área tão vasta quanto desafiadora.

Ao ingressar nesse programa, você encontrará um conteúdo abrangente que abrange desde a legislação criminal e teorias do crime até os procedimentos judiciais e estratégias de defesa penal. Além disso, exploramos profundamente os aspectos éticos e morais que envolvem a prática jurídica, essenciais para uma atuação consciente e responsável.

Nosso diferencial está na metodologia que une teoria e prática. Você terá contato direto com estudos de caso, análises detalhadas de processos e debates sobre situações reais enfrentadas no cotidiano jurídico. Esse formato permite que você desenvolva habilidades críticas e estratégicas, fundamentais para lidar com as nuances do Direito Criminal.

Com esta formação, você estará pronto para atuar com segurança em tribunais, escritórios de advocacia, consultorias e demais áreas que exigem um profissional preparado para os dilemas e responsabilidades do Direito Penal. Não importa se você já tem experiência ou está iniciando sua trajetória no campo criminal, este curso foi pensado para impulsionar sua carreira, equipando-o com o conhecimento necessário para ser uma referência na área.

Daniel Colnago Rodrigues

Coordenação

Daniel Colnago Rodrigues

Mestre em Direito pela UERJ. Advogado e membro da Comissão de Liberdade Religiosa do Instituto dos Advogados Brasileiros e da Comissão de Juristas Inter-Religiosos pelo Diálogo e pela Paz.

Corpo docente

André Luiz de Almeida Mendonça, Min. do STF

André Luiz de Almeida Mendonça, Min. do STF

Ministro do STF, doutor em Direito pela Univ. de Salamanca, professor e pesquisador em Direito Público e Governança Global.

Daniel Freitas Resende

Daniel Freitas Resende

Advogado especialista em Holding Familiar, conciliador, mediador e árbitro, com formação na Cardozo Law School (NY) e atuação destacada na OAB/MG e em câmaras de arbitragem nacionais.

Danniel Adriano Araldi Martins

Danniel Adriano Araldi Martins

Médico pela UFRJ, mestre pela Universidade de Lisboa e especialista em Nutrologia, Endocrinologia e Medicina Esportiva.

Diego Reis

Diego Reis

Filósofo clínico e oficial formado pela Escola Naval, com atuação internacional em missões da ONU, OTAN e África.

Gabriela Ibrahim

Gabriela Ibrahim

Advogada especialista em Direito do Trabalho e LGPD, referência em Legal Design e criadora do método LDFD.

Rebecca Alves Aguiar Athayde

Rebecca Alves Aguiar Athayde

Psicóloga doutora em Psicologia Social pela UFPB, pesquisadora do BNCS e parecerista do SATEPSI e da Revista Temas em Psicologia.

Henrique Cunha de Lima

Henrique Cunha de Lima

Procurador-Geral do Ministério Público de Contas do RJ, graduado em Direito pela UERJ e em Filosofia pela UFRJ.

Renato Moraes

Renato Moraes

Advogado, mestre pela USP, doutor e pós-doutor em Direito pela UFRJ.

Jéssica Seabra Fernandes

Jéssica Seabra Fernandes

Advogada especializada em Direito Médico, membro das comissões da OAB-DF e da ABA, com experiência em Direito Civil, do Consumidor e defesa de profissionais da saúde.

José Roberto de Castro Neves

José Roberto de Castro Neves

Advogado, doutor em Direito Civil pela UERJ e mestre pela Universidade de Cambridge, professor de Direito Civil na PUC-Rio, FGV e UERJ.

José Roberto Mello Porto, DPRJ

Advogado e Defensor Público do RJ, doutor em Direito Processual pela UERJ e ex-assessor da Presidência do STF.

Luiz Fux, Min. do STF

Luiz Fux, Min. do STF

Ministro do STF, doutor em Direito Processual Civil pela UERJ, com trajetória no MP-RJ, TJ-RJ, STJ e TSE.

Felipe Novaes

Jan Marcel Paschoal Mertens

Christiano Leonardo Gonzaga Gomes

Wilson Palermo

Gabriel Habib

Bruno Gilaberte Freitas

Diogo Rudge Malan

Rafael Pinaud Freire

Rafael Pinaud Freire

Advogado há 25 anos, especialista em Direito Trabalhista e sócio de escritório full service, reconhecido por sua atuação autônoma e metodologia própria na advocacia.

Raphael Barilli

Antonio Saldanha Palheiro

Antonio Saldanha Palheiro, Min. do STJ

Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Mestre em Ciências Jurídicas – Obtido na Pontifícia Universidade Católica. Doutor em Direito.

Reynaldo Soares da Fonseca

Rogerio Schietti Machado Cruz

Kátia Maria Amaral Jangutta

Marco Aurélio Mello, Min. do STF

Marco Aurélio Mello, Min. do STF

Ministro do STF e professor de Filosofia na UFF, especialista em Filosofia Medieval, com foco em Aristóteles e Tomás de Aquino.

Daniel Colnago Rodrigues

Daniel Colnago Rodrigues

Mestre em Direito pela UERJ. Advogado e membro da Comissão de Liberdade Religiosa do Instituto dos Advogados Brasileiros e da Comissão de Juristas Inter-Religiosos pelo Diálogo e pela Paz.

Disciplinas

A disciplina propõe uma imersão nos pilares teóricos e estruturantes do Direito Penal e do Processo Penal, oferecendo ao aluno uma visão abrangente e crítica sobre o sistema penal brasileiro. Inicia-se com uma abordagem histórico-dogmática dos princípios fundamentais do Direito Penal, passando pelos principais crimes em espécie. Em seguida, desenvolve-se a Teoria da Norma e a Teoria do Crime, incluindo tópicos como conduta, tipicidade, imputação objetiva, dolo, culpa, erro de tipo, antijuridicidade e culpabilidade. A disciplina também abrange a Teoria da Pena, seus fundamentos e aplicabilidade prática. No âmbito processual, são discutidos os sistemas processuais penais, a Teoria do Caso, estratégias de atuação e o futuro do Processo Penal no Brasil. Também são abordados institutos relevantes como iter criminis, concurso de crimes, concurso de agentes e critérios para a aplicação da lei penal. Trata-se de uma disciplina essencial para a compreensão aprofundada e crítica do funcionamento do sistema penal contemporâneo.

Esta disciplina aborda os desafios e estratégias da atuação prática do advogado criminalista na fase de investigação e no curso do processo penal em primeiro grau. O conteúdo contempla a atuação do defensor no inquérito policial, os limites e possibilidades da investigação defensiva, e a análise do papel do juiz de garantias. São discutidas ainda as prisões cautelares e suas modalidades, bem como a possibilidade de recolhimento domiciliar e regime diferenciado. A disciplina também explora os procedimentos penais sob a ótica do devido processo legal, trazendo reflexões sobre a direção do processo e a formulação das defesas processuais. Além disso, há um olhar comparado sobre sistemas jurídicos internacionais, ampliando o repertório técnico do profissional. O objetivo é capacitar o aluno para uma atuação qualificada e estratégica, tanto no acompanhamento de investigações quanto na condução de processos em primeira instância, com ênfase na proteção de garantias e na eficiência da defesa.

A disciplina apresenta os principais fundamentos e problemáticas relacionadas à produção e à valoração da prova no processo penal. Inicia-se com a Teoria Geral da Prova, abordando sua função, limites e princípios que regem a atividade probatória. Em seguida, são estudadas as diferentes espécies de prova, com especial atenção às provas digitais, considerando os desafios contemporâneos enfrentados pela jurisprudência, especialmente a do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A valoração da prova é analisada à luz dos critérios legais e doutrinários, destacando a importância do livre convencimento motivado e da observância ao contraditório e à ampla defesa. A disciplina visa desenvolver no aluno uma postura crítica e técnica diante das complexidades da prova no processo penal, sobretudo frente à crescente digitalização da sociedade e dos crimes, preparando-o para lidar com casos concretos que envolvam provas tradicionais e tecnológicas.

A disciplina trata dos instrumentos de justiça penal negocial, com ênfase no Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) e na colaboração premiada. Inicia-se com a análise dos requisitos legais do ANPP, conforme o artigo 28-A do Código de Processo Penal, incluindo critérios objetivos como a ausência de violência ou grave ameaça e a confissão formal do investigado. São debatidos os aspectos temporais de sua aplicação, sua admissibilidade em diferentes contextos (crimes militares, ações penais privadas, desclassificações) e o controle jurisdicional sobre sua celebração e conteúdo. A colaboração premiada é estudada em seus múltiplos aspectos práticos e teóricos, incluindo sua natureza jurídica, validade, eficácia e limites. A disciplina contempla também casos práticos e dúvidas recorrentes, promovendo um olhar crítico sobre os impactos da justiça negocial no sistema acusatório e nas garantias individuais. Visa qualificar o aluno para atuar com técnica, ética e estratégia nas negociações penais.

Esta disciplina aprofunda a atuação do advogado criminalista nas instâncias superiores, com foco nos aspectos recursais e no uso de instrumentos jurídicos como habeas corpus e revisão criminal. Inicia-se com a análise dos pressupostos objetivos e subjetivos de admissibilidade dos recursos, discutindo-se os efeitos e desdobramentos práticos de cada espécie recursal. A partir disso, são explorados os principais recursos no processo penal, suas hipóteses de cabimento e estratégias de impugnação. A disciplina também dedica atenção especial à revisão criminal, destacando suas finalidades, requisitos e potencial como mecanismo de correção de erros judiciários. O habeas corpus é estudado em sua dimensão histórica, doutrinária e prática, como instrumento de tutela da liberdade. O curso fornece ao aluno subsídios teóricos e práticos para atuação qualificada nas cortes, promovendo uma compreensão sólida das vias de impugnação e suas repercussões processuais.

A disciplina explora técnicas e estratégias de litigância oral no processo penal, com ênfase na atuação em audiências e sustentações orais. Inicia-se com o estudo da audiência de instrução e julgamento (AIJ), abordando temas como formulação de perguntas, registro audiovisual, direito ao silêncio, videoconferência, reconhecimento pessoal e interrogatório. A abordagem contempla os dispositivos legais aplicáveis, como os artigos 212 e 217 do CPP, bem como práticas contemporâneas, como a oitiva virtual e a Lei Mariana Ferrer. A disciplina também analisa a audiência de custódia e sua importância na garantia de direitos fundamentais. Além disso, oferece formação técnica para sustentações orais perante tribunais, com foco em construção argumentativa, domínio do tempo e estratégias de convencimento. A disciplina visa capacitar o aluno a intervir com segurança, técnica e clareza em momentos cruciais do processo penal, assegurando uma atuação compatível com as exigências do contraditório e da ampla defesa.

A disciplina aborda os aspectos teóricos e práticos da execução penal no Brasil, com atenção especial aos direitos do apenado e à efetivação das garantias constitucionais. Inicia-se com a apresentação dos princípios e fundamentos da execução penal, seguida pela análise da disciplina carcerária e do sistema progressivo de cumprimento de penas. Estudam-se os regimes fechado, semiaberto e aberto, bem como os mecanismos de transição entre eles. São analisadas as autorizações de saída, como as saídas temporárias e o trabalho externo, além de institutos como remição de pena, livramento condicional e benefícios previstos na LEP. A disciplina também promove uma reflexão crítica sobre o sistema penitenciário brasileiro, suas falhas estruturais e os desafios para uma execução penal humanizada. Busca-se preparar o aluno para atuar com técnica e sensibilidade na defesa dos direitos das pessoas privadas de liberdade, promovendo justiça e reintegração social.

A disciplina examina o fenômeno da criminalidade digital, oferecendo uma análise aprofundada sobre os principais crimes cibernéticos e os desafios jurídicos decorrentes da sociedade da informação. Inicia-se com a distinção entre crimes digitais próprios e impróprios, abordando as principais condutas típicas, como invasão de dispositivos, fraudes eletrônicas e ataques virtuais. Analisa-se a legislação nacional e internacional relacionada ao tema, incluindo a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) e a Lei nº 9.296/1996, sobre interceptações telemáticas. O curso contempla os procedimentos de investigação digital, o papel da perícia forense, a coleta e preservação de evidências e o uso de ferramentas específicas. Também são estudadas a admissibilidade da prova digital no processo penal, a jurisprudência atual e casos paradigmáticos. A disciplina ainda discute os desafios contemporâneos da criminalidade cibernética, como anonimato, transnacionalidade e regulação, preparando o aluno para uma atuação atualizada, estratégica e tecnicamente segura nesse novo campo do Direito Penal.

Esta disciplina oferece uma análise crítica e atualizada sobre a violência doméstica e de gênero, sob a perspectiva jurídica e social. A partir do estudo da legislação pertinente — em especial a Lei Maria da Penha — são examinadas as formas de violência, os mecanismos de proteção à vítima e as medidas protetivas de urgência. Abordam-se as competências jurisdicionais para processamento e julgamento desses casos, bem como as medidas socioeducativas aplicáveis aos adolescentes em conflito com a lei. A disciplina também contempla os desafios da apuração dos atos infracionais, com destaque para a oitiva informal, prescrição, audiência e recursos. São analisadas ainda a execução das medidas socioeducativas e os caminhos para uma justiça restaurativa e efetiva. O objetivo é fornecer aos alunos uma compreensão ampla e crítica das violências de gênero, capacitando-os para uma atuação sensível, ética e comprometida com os direitos humanos e a igualdade de gênero.

A disciplina aborda o sistema jurídico aplicado a crianças e adolescentes autores de ato infracional, com ênfase no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na doutrina da proteção integral. São discutidos os conceitos fundamentais de ato infracional e sua distinção em relação ao crime, bem como as competências jurisdicionais para julgamento. Estudam-se as medidas socioeducativas previstas no ECA, seus critérios de aplicação, espécies e limites, além do instituto da remissão como forma de extinção do processo. A disciplina analisa a apuração do ato infracional, os procedimentos de oitiva informal, audiência e recursos cabíveis, assim como as especificidades da execução das medidas socioeducativas. Busca-se sensibilizar os alunos para as particularidades da Justiça Juvenil, promovendo a formação de profissionais aptos a atuar com técnica, responsabilidade e compromisso com os princípios constitucionais e os direitos fundamentais da infância e juventude.

Esta disciplina aprofunda o estudo do procedimento do Tribunal do Júri, abordando seus princípios estruturantes — como soberania dos veredictos, plenitude de defesa, sigilo das votações e competência constitucional. Analisa-se o procedimento bifásico: a primeira fase, voltada à formação da culpa, e a segunda, ao julgamento em plenário. São estudadas as decisões de pronúncia, impronúncia, desclassificação e absolvição sumária, bem como suas repercussões jurídicas. A disciplina também trata da preparação para o plenário, abordando a construção do discurso, a gestão de provas e a organização da estratégia de defesa ou acusação. Por fim, são analisadas as decisões proferidas em plenário, com foco na dinâmica do julgamento pelo corpo de jurados e nos recursos cabíveis. A disciplina visa oferecer subsídios teóricos e práticos para atuação no Tribunal do Júri, uma das mais complexas e simbólicas arenas do Direito Penal.

A disciplina introduz os fundamentos conceituais, históricos e normativos do compliance, com especial foco nas legislações anticorrupção nacionais e internacionais. Analisa-se a evolução dos mecanismos de prevenção e repressão à corrupção, destacando-se a Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção Empresarial) e suas implicações para o setor público e privado. O curso trata ainda dos elementos essenciais de um programa de compliance efetivo, sua implementação prática e integração à cultura organizacional. São exploradas as funções do compliance officer, os instrumentos de monitoramento e os desafios enfrentados pelas instituições na promoção da integridade corporativa. A disciplina também aborda a responsabilidade objetiva da pessoa jurídica, a cooperação premiada no contexto empresarial e o papel das agências reguladoras e órgãos de controle. O objetivo é formar profissionais aptos a compreender, aplicar e supervisionar programas de compliance, contribuindo para a ética, a legalidade e a sustentabilidade nas organizações.

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